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A Cruz Celta – Origens e Significado


            Quando se trata de símbolos, há muitas controvérsias e confusões, às vezes acusações sem base ou sem nexo... às vezes até desculpas chulas. Eu, como bom amante de polêmica, resolvi tomar esse símbolo e esclarecer, de forma clara e objetiva, suas origens e seu significado.
            Antes de qualquer coisa, você pode estar se perguntando: que coisa é essa? Bem, cruz céltica (ou cruz celta) é uma cruz com um círculo ao centro, também podendo ter as bordas internas da cruz neste círculo arredondadas.
            E os celtas, que povo é esse? Calma, vou explicar. Os celtas são um povo inicialmente pagão que viveu na saxônia, ou seja, na região do Reino Unido (Inglaterra, Escócia e irlandas). Deste povo temos lendas como a Jack O’Lantern, aquela abóborazinha engraçada que os estadunidenses confeccionam na época do Halloween.
            Bem, com os termos esclarecidos, vamos entender a história da cruz celta e seu significado?

Regimes Totalitários: Por quê?

Com o fim da Primeira Guerra Mundial, a Europa teve de enfrentar uma de suas piores crises econômicas. O uso do território europeu como principal palco de batalha acarretou na redução dos setores produtivos e inseriu a população de todo continente em um delicado período de pobreza e miséria. Além dos problemas de ordem material, os efeitos da Grande Guerra também incidiram de forma direta nos movimentos políticos e ideologias daquela época.

Como seria possível retirar a Europa daquela crise? Essa era uma questão que preocupava a população como um todo e, com isso, diversas repostas começaram a surgir. Em um primeiro momento, a ajuda financeira concedida pelos Estados Unidos seria uma das soluções para aquela imensa crise. No entanto, as esperanças de renovação sustentadas pelo desenvolvimento do capitalismo norte-americano foram completamente frustradas com a crise de 1929.

Dessa maneira, a sociedade europeia se mostrava completamente desamparada com relação ao seu futuro. As doutrinas liberais e capitalistas haviam entrado em total descrédito mediante sucessivos episódios de fracasso e indefinição. Paralelamente, socialistas e comunistas – principalmente após a Revolução Russa de 1917 – tentavam mobilizar a classe trabalhadora em diversos países para que novos levantes populares viessem a tomar o poder.

A crise, somada às possibilidades de novas revoluções populares, fez com que muitos vislumbrassem uma nova onda de instabilidade. Foi nesse momento em que novos partidos afastados do ideário liberal e contrários aos ideais de esquerda começaram a ganhar força política. De forma geral, tais partidos tentavam solucionar a crise com a instalação de um governo forte, centralizado e apoiado por sentimento nacionalista exacerbado.

Apresentando essa perspectiva com ares de renovação, tais partidos conseguiram se aproximar dos trabalhadores, profissionais liberais e integrantes da burguesia. A partir de então, alguns governos começaram a presenciar a ascensão de regimes totalitários que, por meio de golpe ou o apoio de setores influentes, passaram a controlar o Estado. Observamos dessa forma o abandono às liberdades políticas e ideológicas sendo enfraquecidas pelo apelo e a coesão requeridas por governo de caráter autoritário.

Na Itália e Alemanha, países profundamente afetados pela crise, o nazismo e o fascismo ascenderam ao poder sob a liderança de Benito Mussolini e Adolf Hitler, respectivamente. Na Península Ibérica, golpes políticos engendrados por setores militares e apoiados pela burguesia deram início ao franquismo, na Espanha, e ao salazarismo, em Portugal.

Em outras regiões da Europa a experiência totalitária também chegou ao poder pregando o fim das liberdades civis e a constituição de governos autoritários. Na grande maioria dos casos, a derrocada do nazi-fascismo após a Segunda Guerra Mundial, serviu para que esses grupos extremistas fossem banidos do poder com o amplo apoio dos grupos simpáticos à reconstrução da democracia e dos direitos civis.

A História do Minotauro

O MITO DO MINOTAURO


O mito do minotauro ocorreu na Grécia antiga, em Creta, onde viviam bem casados o rei Minos e a rainha Pasifaé Posêidon, deus do mar, enviou a Minos, rei de Creta, um touro branco que deveria ser sacrificado em sua honra.

Deslumbrado com a beleza do animal, o monarca guardou-o para si. Em represália, Posêidon despertou na rainha Pasífae uma doentia paixão pelo animal, e praticaram o adultério, o rei não aceitava ser traído pela mulher e muito menos ser trocado por um boi, a rainha ficou grávida, e desse relacionamento nasceu uma criatura totalmente diferente, o minotauro que é uma mistura de homem e o boi.

Para castigá-los o rei pediu ao arquiteto Dédalo para que fosse construído na entrada da cidade um labirinto, lá o minotauro ficou preso. Na época, Atenas havia perdido uma batalha para Creta e estava sob seu domínio. Por isso, tinha que enviar a cada 9 anos sete rapazes e sete virgens “de presente” para o Minotauro.

Alguns anos depois, fruto do relacionamento do rei e da rainha, nasce Agata, a filha deles, e se apaixona por Teseu um jovem moço, muito bonito e forte, que se dizia apaixonado por ela, Teseu queria derrotar o minotauro e junto com Agata tiveram a ideia de ao entrar no labirinto, a ideia era ele se oferecer como oferenda e para Teseu não se perder no labirinto ele iria com um novelo de lã.

Depois de matar o minotauro, Teseu voltou e ficou vitorioso, e muito famoso por ter matado o minotauro, só que ele se aproveitou da ideia de Agata para vencer, ele falava que a amava, mas acho que ele mudou de ideia, ele pegou, foi para uma ilha deserta e fugiu com uma prima de Agata, e Agata acabou ficando sozinha.
Algumas vezes o Minotauro é representado como um touro com torso humano ao invés da cabeça, como uma versão taurina do Centauro.

CURIOSIDADES

• Altura: 2.80m
• Peso: 300k

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O Islamismo

INTRODUÇÃO

Uma das quatro religiões monoteístas baseada nos ensinamentos de Maomé (570-632 d.C.), chamado “O Profeta”, contidos no livro sagrado islâmico, o Corão. A palavra islã significa submeter, e exprime a submissão à lei e à vontade de Alá. Seus seguidores são chamados de muçulmanos, que significa aquele que se submete a Deus.

VIDA DO PROFETA MAOMÉ

Muhammad (Maomé) nasceu na cidade de Meca no ano de 570. Filho de uma família de comerciantes, passou parte da juventude viajando com os pais e conhecendo diferentes culturas e religiões. Aos 40 anos de idade, de acordo com a tradição, recebeu a visita do anjo Gabriel que lhe transmitiu a existência de um único Deus.
A partir deste momento, começa sua fase de pregação da doutrina monoteísta, porém encontra grande resistência e oposição. As tribos árabes seguiam até então uma religião politeísta, com a existência de vários deuses tribais.
Maomé começou a ser perseguido e teve que emigrar para a cidade de Medina no ano de 622. Este acontecimento é conhecido como Hégira e marca o início do calendário muçulmano.
Em Medina, Maomé é bem acolhido e reconhecido como líder religioso. Consegue unificar e estabelecer a paz entre as tribos árabes e implanta a religião monoteísta. Ao retornar para Meca, consegue implantar a religião muçulmana que passa a ser aceita e começa a se expandir pela península Arábica.
Reconhecido como líder religioso e profeta, faleceu no ano de 632. Porém, a religião continuou crescendo após sua morte.
Segundo os muçulmanos, o Corão contém a mensagem de Deus a Maomé, as quais lhe foram reveladas entre os anos 610 a 632. Seus ensinamentos são considerados infalíveis. É dividido em 114 suras (capítulos), ordenadas por tamanho, tendo o maior 286 versos. A segunda fonte de doutrina do Islã, a Suna, é um conjunto de preceitos baseados nos ahadith (ditos e feitos do profeta).
Os muçulmanos estão divididos em dois grandes grupos: os Sunitas e os Xiitas. Os Sunitas subdividem-se em quatro grupos menores: Hanafitas, Malequitas, Chafeitas e Hambanitas. Os Sunitas são os seguidores da tradição do profeta, continuada por All-Abbas, seu tio. Os Xiitas são partidários de Ali, marido de Fátima, filha de Maomé. São os líderes da comunidade e continuadores da missão espiritual de Maomé.
O Islamismo é atualmente a segunda maior religião do mundo, dominando acima de 50% das nações em três continentes. O número de adeptos que professam a religião mundialmente já passa dos 935 milhões. O objetivo final do Islamismo é subjugar o mundo e regê-lo pelas leis islâmicas, mesmo que para isso necessite matar e destruir os “infiéis ou incrédulos” da religião.
Segundo eles, Alá deixou dois mandamentos importantes: o de subjugar o mundo militarmente e matar os inimigos do Islamismo -- judeus e cristãos. Algumas provas dessa determinação foi o assassinato do presidente do Egito, Anwar Sadat, por ter feito um tratado de paz com Israel e o massacre nas Olimpíadas de Munique em 1972.
LIVROS SAGRADOS E DOUTRINAS RELIGIOSAS
O Alcorão ou Corão é um livro sagrado que reúne as revelações que o profeta Maomé recebeu do anjo Gabriel. Este livro é dividido em 114 capítulos (suras). Entre tantos ensinamentos contidos, destacam-se: onipotência de Deus (Alá), importância de praticar a bondade, generosidade e justiça no relacionamento social. O Alcorão também registra tradições religiosas, passagens do Antigo Testamento judaico e cristão.
Os muçulmanos acreditam na vida após a morte e no Juízo Final, com a ressurreição de todos os mortos.
A outra fonte religiosa dos muçulmanos é a Suna que reúne os dizeres e feitos do profeta Maomé.

PRECEITOS RELIGIOSOS

A Sharia define as práticas de vida dos muçulmanos, com relação ao comportamento, atitudes e alimentação. De acordo com a Sharia, todo muçulmano deve seguir cinco princípios:
• Aceitar Deus como único e Muhammad (Maomé) como seu profeta;
• Dar esmola (Zakat) de no mínimo 2,5% de seus rendimentos para os necessitados;
• Fazer a peregrinação à cidade de Meca pelo menos uma vez na vida, desde que para isso possua recursos;
• Realização diária das orações;
• Jejuar no mês de Ramadã com objetivo de desenvolver a paciência e a reflexão.

LOCAIS SAGRADOS

Para os muçulmanos, existem três locais sagrados: A cidade de Meca, onde fica a pedra negra, também conhecida como Caaba. A cidade de Medina, local onde Maomé construiu a primeira Mesquita (templo religioso dos muçulmanos). A cidade de Jerusalém, cidade onde o profeta subiu ao céu e foi ao paraíso para encontrar com Moisés e Jesus.

DIVISÕES DO ISLAMISMO

Os seguidores da religião muçulmana se dividem em dois grupos principais : sunitas e xiitas. Aproximadamente 85% dos muçulmanos do mundo fazem parte do grupo sunita. De acordo com os sunitas, a autoridade espiritual pertence a toda comunidade. Os xiitas também possuem sua própria interpretação da Sharia.

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A História da Imprensa

A Imprensa em si

As primeiras reproduções foram obtidas sob um suporte de cera ou de argila, encontrados nas mais antigas cidades do século XVII a. C.
O primeiro jornal regular até então descoberto foi a Acta Diuma, que o imperador Augusto mandava colocar no Fórum Romano no século I d.C.. A publicação, gravada em tábuas de pedra, havia sido fundada em 59 a.C. por ordem de Júlio César, trazendo a listagem de eventos da época.
O primeiro jornal em papel foi publicado como um panfleto manuscrito a partir de 713 d.C., em Kaiyuan, em Pequim, na China. Kaiyuan era o nome dado ao ano em que o jornal foi publicado.
Em 1440, Gutenberg desenvolve a tecnologia da prensa móvel, utilizando os tipos móveis: caracteres avulsos gravados em blocos de madeira ou chumbo, que eram rearrumados numa tábua para formar palavras e frases do texto.
Esta arte propagou-se rapidamente por toda a Europa. Entre 1452 e 1470, a imprensa conquistou nove cidades germânicas e várias cidades italianas. Dez anos depois, registrava-se a existência de oficinas de impressão em 108 cidades; em 1500, o seu número era de 226.
A primeira publicação impressa periódica regular aparece em 1602, na Antuérpia. Os primeiros periódicos em alemão são fundados em 1609, em Estrasburgo. Em 1615 surge o primeiro jornal periódico jornalístico.
Em 1621 surgiu em Londres o primeiro jornal particular de língua inglesa e, em 1645, foi fundado em Lisboa o primeiro jornal em língua portuguesa.
O jornal mais antigo do mundo ainda em circulação teve início em 1645, um jornal sueco. Mas até aí só existiam jornais quinzenais, semanais, mensais ou irregulares. A partir de 1650, surgiu o primeiro jornal impresso diário no mundo, um jornal alemão fundado em Leipzig, uma cidade alemã.
A primeira revista em estilo almanaque foi o Diário dos Sábios (Journal des Savants), fundado na França em 1665.
Na América, o primeiro jornal apareceu nas colônias britânicas da América do Norte, em Boston (EUA).
Em 1728 é criado o jornal mais antigo da Rússia, ainda em circulação, o St. Peterburgo Vedomosti.
Em geral, “o principal veículo para a difusão das ideias durante os últimos quinhentos anos, a mídia impressa interpenetra todas as esferas de atividade humana. Nenhum evento político, constitucional, eclesiástico e econômico, nem os movimentos sociais, filosóficos e literários podem ser compreendidos sem levar em conta a influência da imprensa sobre eles. O comércio de obras impressas teve importante participação no desenvolvimento econômico de todos os ramos da indústria e do comércio.” Diz Bira Câmara.

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